Fotos oficiais do evento com o Moleculagem

Formado em 2005 por cinco artistas cariocas, o Moleculagem explora as possibilidades de unir arte, vídeo, música e tecnologia em projetos audiovisuais, performáticos e multisensoriais. Cada integrante desse coletivo traz suas experiências em diferentes áreas da comunicação, como publicidade e cinema e em 2010 criaram a obra “Fixos-Fluxos” para a Bienal das Américas, em Denver.

Em “FixosFluxos2″, apresentado no Multiplicidade, o coletivo se propôs a ir além de apenas uma demonstração de tecnologia e video mapping, optando por criar uma verdadeira ópera-pixel dividida em oito atos inspirados justamente em teorias do psicólogo e escritor Timothy Leary. Ícone da contra-cultura e posteriormente chamado de “papa lisérgico”, desenvolveu a idéia de que existem oito circuitos que representam o desenvolvimento do cérebro humano e seu relacionamento com o “eu” interior e o plano espiritual.

Durante quase uma hora, o público experimentou um verdadeiro live-cinema geométrico projetado em cima de uma escultura tridimensional criada especialmente para essa única apresentação, comandado por Bernardo, Alexandre e Sol. Simultaneamente, o baterista Pablo e o multinstrumentista Pedro criavam a ambientação sonora ao vivo da performance, evoluindo do dub ao trip hop, com bastante influência de rock progressivo.

 

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Multi_02_11 – Moleculagem, um álbum no Flickr.

Fotos da segunda apresentação de 2011 do festival Multiplicidade, com o coletivo Moleculagem.

Guest Nation: Brasil… Tudo é.

Do dia 13 ao dia 16 de junho, aconteceu em Firenze, na Italia, a exposição Guest nation: Brasil…tudo é.

A semana dedicada à moda masculina Pitti Immagine abriu sua temporada de trabalhos trazendo a primeira edição do projeto guest nation, que teve como protagonista o Brasil: nação/continente detentora de grandes movimentos sociais, culturais e econômicos, além de ser um protagonista absoluto no panorama internacional no presente e no futuro.

O propósito do guest nation é abrir uma janela com um olhar inusitado sobre as novas e frescas matrizes criativas emergentes de países convidados, definindo uma densa expressividade que dão forma às constelações atuais. Essa proposta vem com a intenção de manifestar todo o sincretismo de identidades e origens dos grupos sociais brasileiros, vindos de diferentes latitudes do país sul-americano, geograficamente definido como um lugar mítico de irradiação de criatividade. “Tudo é”, sobretudo, é uma outra possibilidade de entendimento de uma mostra de arte: mudanças, performances, música e desenvolvimento rítmico articulados no breve intervalo de quatro noites em uma área nunca antes utilizada na cidade.

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Forçadamente parcial – como qualquer reconhecimento subjetivo em um país/mundo como Brasil – “Tudo é” se apresenta em dois andares: um térreo, dedicado à vocações musicais e performáticas (com live media, performances, concertos, DJ set e projeções); e um segundo, que hospeda instalações e exposições (algumas especialmente concebidas aqui) do que é mais singular e representativo no cenário audiovisual. Artes visuais, música, cinema e performance formam os elementos constituintes de visões ideais de um país que detém consigo a tradição e as raízes do modernismo sulamericano com a expressão estética mais conteporânea, capaz de misturar diferentes emergências criativas atuais. Como a frase que diz que onde há multidões existem múltiplos talentos, essas riquezas de um país que se mantém veloz, mas com sensibilização, como o Brasil, proporciona tudo para atingir sua auto-confiança e caminhar ao objetivo de apresentar um futuro melhor ao mundo, principalmente para a Itália, onde ainda não foi totalmente compreendido.

Por quato dias, artistas como Runo Lagormarsino, Pablo Nenglidio, os inclassificávels artistas visuais e musicais Chelpa Ferro, musicistas como Siri, mas também DJs e produtores como Nado Leal, demonstraram pouco do pensamento e o desejo em forte expansão, promovendo o encontro de Firenze (Florença) e Brasil para que, futuramente, gerem um amalgama original, onde a liberdade de pensamento, de expressão, de fantasia e imaginação, construirão o panorama do guest nation: Brasil… Tudo é.

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A curadoria do evento ficou por conta de Batman Zavareze, designer mutidisciplinar e criador do festival Multiplicidade.

Multi_02_2011> Moleculagem

Para nossa segunda apresentação do ano, trazemos o coletivo Moleculagem, do Rio de Janeiro, para apresentar seu novo trabalho chamado FixosFluxos2.

O Coletivo Moleculagem, formado por cinco cariocas que busca explorar as possibilidades da mistura da arte, vídeo, música e tecnologia em projetos audiovisuais, performáticos e multisensoriais, apresenta seu novo espetáculo pela primeira vez através do Festival Multiplicidade.

Depois de uma apresentação marcante na Bienal das Américas em Denver (EUA), o quinteto traz a continuidade deste trabalho com uma performance usando luz e projeções sobre uma escultura desenvolvida exclusivamente pelo grupo, usando técnicas como projeções mapeadas em formas tridimensionais e buscando ainda uma interatividade com a platéia.

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